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quinta-feira, 17 de março de 2011

TOCÁ RUFAR Renascer das Cinzas

Caríssimos,

O Tocá Rufar é um projecto que afirma a cultura portuguesa através do ritmo do bombo. Tem desenvolvido um louvável trabalho nas escolas, contribuindo para promover nos mais novos o sentido de responsabilidade, e a sua participação e envolvimento em actividades culturais.

Vejam. Contribuam. Divulguem.

Obrigada,






A.D.A.T. - ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO TOCÁ RUFAR

tels: 212123702/ 966831425 (provisórios)

Reg. 4º Cartório Notarial de Lisboa sob o nº 475 -B

Contribuinte nº 504 313 916



Paio Pires, 09 de Março de 2011



Exmos. Senhores,

O bombo de luto é um bombo que luta.

A 1 de Março de 2011 pelas 15h ardeu o TamborQFala, a sede do Tocá Rufar... sobre isto não resta mais que um pesado silêncio. Foi tão rápido, tão rápido que nos deixou sem palavras nem credo: o que vamos ser agora? O que vamos respirar a partir de agora? O que vamos sentir?

E logo começámos a ouvir os tambores. Sim, entre as labaredas soaram, em vez de lamentos, música! Eram os bombos que morriam lutando, gritando para que não desistíssemos nunca.

Não vamos desdizê-los: o Tocá Rufar renascerá graças aos bombos que nos inspiram.



Os que sentirem no coração esta perda, que é de Portugal inteiro, enviem os sinceros donativos para a conta da ADAT - Associação dos Amigos do Tocá Rufar:



Nib 0036 0050 99100254775 90 / Iban PT50 0036 0050 9910 0254 7759 0 ou ligando para o 760 50 10 90 (chamada 0.60€ + iva)



Não desistimos, vamos seguir em frente com as nossas actividades, ensaios, espectáculos, da forma que conseguirmos.

O melhor modo de nos ajudarem é também divulgar o sucedido pelo maior número de pessoas possível e gritar bem alto que vamos continuar e lutar para renascer e fazermos sempre cada vez melhor.



Muito obrigado,



Atenciosamente

P'lo Tocá Rufar

Rui Júnior

(Presidente da Direcção)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Exemplo solidário


Numa escola qualquer, algures no universo, algumas turmas programaram e realizaram uma visita de estudo de final de ano.
Essa viagem, porque era a uma povoação distante e compreendia a visita a vários locais de interesse, acabou por ficar um tanto ao quanto dispendiosa e todos os alunos tiveram que pagar uma quantia um pouco elevada.
Aconteceu que um dos alunos de uma das salas informou o seu professor que não iria participar no passeio pois não podia pagar o que lhe era devido.
Com um pequeno gesto, o professor dessa turma imprimiu aos seus alunos, mais uma vez, o sentimento de SOLIDARIEDADE:
Primeiro perguntou-lhes se gostariam que aquele colega os acompanhasse na excursão – Todos responderam que sim;
Depois perguntou-lhes se estariam dispostos a ajudá-lo financeiramente – Todos responderam que sim.
Disse-lhes então que deveriam conversar com os pais sobre esse assunto e, caso assim eles entendessem, deveriam levar para a escola a sua contribuição – o que quisessem e pudessem, nunca excedendo os € 0,50 por aluno. Disse-lhes, ainda, para não se preocuparem, porque se o dinheiro recolhido não chegasse (que não chegaria, pela certa), poria ele o restante, pois estava ali para os auxiliar sempre que tivessem problemas, fossem eles monetários ou não.

Pois bem, esse aluno foi ao passeio muito bem-disposto e ninguém, nem o próprio, teve a sensação da desigualdade, pelo contrário - foi-lhes transmitida a ideia de que aquele colega era um amigo que tinha uma dificuldade que poderia ser ultrapassada se todos colaborassem. O aluno em questão sentiu-se bem integrado na turma, pois percebeu que todos gostavam dele e da sua companhia.

Belo gesto, não?