
Faz hoje 50 anos que morreu Albert Camus!
Albert Camus nasceu em Mondovi Argelia, onde estudou. Em 1934, aderiu ao partido comunista francês, tendo sido denunciado como trotskista. Durante a guerra, entrou para o grupo da Resistência Francesa Combat. Em 43, tornou-se editor do jornal Combat e, quando os Aliados libertaram Paris, Camus fez um relatório sobre o último dos combates. Ficou conhecido como escritor e filosofo existencialista, ao lado de Jean- Paul Sartre, mas, ao contrario de Sartre recusou apoiar Josef Stalin, e todo o tipo de totalitarismo.
Os seus Escritos reflectem sobre a experiência do absurdo na condição humana.
Em 1942, publica O Estrangeiro, talvez o seu livro mais conhecido e mais tarde A Peste, O Mito de Sisifus, e muitos outros.
Na verdade, Camus evidenciou-se como filosofo; como escritor, publicando romances, contos, ensaios, peças para o teatro, artigos jornalisticos; como produtor de cinema e dramaturgo, mas para mim, Camus foi, fundamentalmente um homem de ideais, um revolucionário, alguém que fez pulsar o mundo e que conseguiu fazê-lo avançar.
É, sem dúvida, um dos meus autores preferidos a quem não podia deixar de prestar homenagem.
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